Movimentos pelos Direitos Civis nos Estados Unidos

1950 – 1960

 

O Movimento pelos Direitos Civis é o nome que se dá á luta dos negros norte-americanos por esses direitos, especialmente nas décadas de 1950 e 1960.

Os direitos civis agrupam as prerrogativas de liberdade individual, liberdade de palavra, manifestação, pensamento e fé, liberdade de ir e vir, defesa, propriedade, contrair contratos válidos e o direito à justiça. Resumindo os Direitos Civis são direitos dos cidadãos de um país. Nos Estados Unidos, os direitos civis de muitos negros foram negados em sua totalidade por quase cem anos após o fim da escravidão.

Antes da Guerra de Secessão ( que foi uma Guerra Civil, com um conflito militar que ocorreu nos Estados Unidos, entre os anos de 1861 e 1865. De um lado ficaram os estados do Sul (Confederados) contra os estados do Norte (União)), Quase todos os negros norte-americanos eram escravos.

Os escravos como sabemos não tinham nenhum tipo de direito civil. Entre 1865 (ano em que a Guerra de Secessão acabou) e 1870, as emendas de números 13, 14, e 15 da Constituição acabaram com a escravidão e deram cidadania e direito de voto aos ex-escravos.

Esses direitos, contudo, foram diversas vezes ignorados, especialmente no sul do país. Para evitar que os negros pobres votassem, alguns estados passaram a cobrear taxa, ou mesmo exigir que o eleitor passasse em um teste difícil antes de votar. Grupos violentos como a Ku Klux  Klan ameaçavam os negros,tentando desencorajá-los de chegar às urnas. Governos do sul aprovaram leis para manter os negros separados, ou segregados, dos brancos. Em muitos lugares, por exemplo, as crianças negras não podiam estudar nas mesmas escolas que as crianças brancas.

Alguns negros resistiram a esse tratamento injusto desde o início, porém foi apenas no século XX que surgiu um movimento organizado. O líder mais importante nesses dois anos foi W.E.B. Du Bois.

 

W.E.B. Du Bois

Em 1909, ele juntamente com outros ativistas formaram a Associação Nacional para o Avanço das Pessoas de Cor (NAACP, sigla do nome em inglês). A NAACP usava os recursos da lei para lutar pelos direitos civis para os negros.

 

Acontecimentos da década de 1950

O Movimento pelos Direitos Civis, conseguiu sua primeira vitória importante em 1954, no caso Brown x Conselho de Educação de Topeka, no estado do Kansas. Os advogados da NAACP, liderados por Thurgood Marshall, defenderam o caso diante da Suprema Corte dos Estados Unidos. A Suprema Corte julgou que escolas separadas para brancos e negros eram desiguais e, portanto, violavam a Constituição.

Em 1° de dezembro de 1955, em Montgomery, no estado do Alabama, uma mulher negra chamada Rosa Parks foi presa depois de se recusar a dar seu assento em um ônibus para uma pessoa branca. Os negros protestaram contra a prisão dela boicotando o sistema de ônibus, ou seja, se recusando a usar esse transporte coletivo.

 

Rosa Parks

 

Em 1956, a Suprema Corte decidiu que a segregação no transporte público era inconstitucional. Um dos líderes do boicote foi um jovem pastor chamado Martin Luther King, Jr. No final da década de 1950, King organizou a Conferência da Liderança Sul-Cristã (SCLC, sigla do nome em inglês), um grupo dedicado a atividade pacíficas pelos direitos civis.

 

Martin Luther King, Jr

 

Muitas pessoas brancas resistiram às mudanças, especialmente nos estados do sul. Em 1957, em Little Rock, no Arkansas, nove alunos negros se matricularam em uma escola só para brancos, para cursar o High School (equivalente ao Ensino Médio brasileiro). Essa opção dos alunos negros era amparada pela lei, após a decisão da Suprema Corte no caso de Topeka. No entanto, uma multidão de pessoas brancas se reuniu em frente à escola para protestar, ameaçando os jovens e agredindo-os tanto física quanto verbalmente. A ordem só foi restabelecida quando o presidente Dwight D. Eisenhower enviou soldados para proteger os estudantes negros e garantir a entrada deles na escola.

 

Acontecimentos da década de 1960

Em 1960, o Movimento pelos Direitos Civis começou a usar uma nova forma de protesto. Os participantes sentavam-se no chão do lugar em que sabiam que não seriam servidos, como uma lanchonete segregacionista, e se recusavam a sair. Embora fossem frequentemente reprimidos ou presos, eles permaneciam em atitude pacífica, o que criava simpatia pela sua causa. Um grupo chamado Comitê Não Violento de Coordenação Estudantil organizou muitos protestos desse tipo.

Em 1961, um grupo chamado Congresso da Igualdade Racial começou a patrocinar as “Viagens da Liberdade” pelos estados do sul. Negros e brancos viajavam juntos para ter certeza de que os ônibus e as estações não segregavam as pessoas pela cor da pele. Alguns ativistas foram espancados ou presos. No Alabama, um ônibus foi explodido com uma bomba.

Em agosto de 1963, cerca de 250 mil pessoas se reuniram em Washington, a capital dos Estados Unidos, para pressionar o Congresso a aprovar uma lei dos direitos civis. Martin Luther King, Jr. fez ali um poderoso discurso, que ficou famoso pela frase “Eu tenho um sonho”. O evento ficou conhecido como a Marcha sobre Washington.

 


Os manifestantes marcharam pela Constitution Avenue durante o mês de março em Washington em 28 de agosto de 1963

 

O Movimento pelos Direitos Civis conseguiu suas maiores vitórias com a aprovação de novas leis em 1964 e 1965. O Ato dos Direitos Civis de 1964 proibiu a discriminação em locais públicos, nas contratações e nos programas de governo.

E também aboliu alguns obstáculos relacionados à votação. O Ato dos Direitos de Voto, de 1965, acabou com outras restrições ao voto e permitiu um grande aumento no número de eleitores negros.

 

 

Além do Movimentos pelos Direitos Civis

Os progressos feitos pelo movimento eram lentos, e parcelas da população negra estavam insatisfeitas. A frustração levou a tumultos em várias cidades entre 1965 e 1967. Alguns negros formaram grupos dispostos a usar violência para conseguir justiça racial. Malcom X foi um dos primeiros líderes desse movimento, chamado Black Power (Poder Negro). Em 1968, King foi assassinado em Memphis, no estado do Tennessee. Seu assassinato encerrou o Movimento pelos Direitos Civis como um esforço unificado.

Nos anos seguintes, contudo, muitos líderes dos direitos civis continuaram a trabalhar pela igualdade racial nas instâncias políticas. O número de negros funcionários públicos cresceu muito. Líderes negros tentaram ajudar os outros negros apoiando programas de ação afirmativa. Esses programas visavam a consertar os erros do passado, assegurando oportunidades econômicas e educacionais para negros, mulheres e outros grupos discriminados.

 

fonte: escolabritannica.com.br

Revolução Francesa

Você já ouviu a melodia do Allons enfants de la Patrie , o hino Nacional da França?. Da mesma forma, qundo se fala em polític 2a de “esquerda”, “direita” ou “centro”, você identifica esses adjetivos com as posições a que elas correspondem.

Pois saiba que tanto o hino francês quanto aquela classificação de posições políticas pertencem a Revolução Francesa.

A Revolução  ocorrida na França, entre 1786 e 1799,seguida do governo napoleônico de 1799 a 1815 é um dos acontecimentos históricos capitais do mundo ocidental. durante aqueles anos, o cenário político, econômico, social, cultural e jurídico da Europa foi abalado e sofreu mudanças significativas.

 

Para se entender a Revolução Francesa é necessário conhecer um pouco da situação econômica e social da França do século XVIII.

Até o século XVIII, a França era um estado em que vigia o modelo do absolutismo monárquico. O então rei francês, Luís XVI, personificava o Estado, reunindo em sua pessoa os poderes legislativo, executivo e judiciário. Os franceses então não eram cidadãos de um Estado Democrático Constitucional, como hoje é comum em todo o mundo ocidental, mas eram súditos do rei. O rei personificava o Estado.

Dentro da estrutura do Estado Absolutista, havia três diferentes estados nos quais a população se enquadrava: o primeiro estado era representado pelos bispos do Alto Clero; o segundo estado tinha como representantes a nobreza, ou a aristocracia francesa – que desempenhava funções militares (nobreza de espada) ou funções jurídicas (nobreza de toga); o terceiro estado, por sua vez, era representado pela burguesia, que se dividia entre membros do Baixo Clero, comerciantes, banqueiros, empresários, os sans-cullotes (“sem calções”), trabalhadores urbanos, e os camponeses, totalizando cerca de 97% da população.

Ao logo da segunda metade do século XVIII, a França se envolveu em inúmeras guerras, como a Guerra do Sete Anos (1756-1763), contra a Inglaterra, e o auxílio dado aos Estados Unidos na Guerra de Independência (1776). Ao mesmo tempo, a Corte absolutista francesa, que possuía um alto custo de vida, era financiada pelo estado, que, por sua vez, já gastava bastante seu orçamento com a burocracia que o mantinha em funcionamento. Soma-se a essa atmosfera duas crises que a França teria que enfrentar: 1) uma crise no campo, em razão das péssimas colheitas das décadas de 1770 e 1780, o que gerou uma inflação 62%; e 2) uma crise financeira, derivada da dívida pública que se acumulava, sobretudo pela falta de modernização econômica – principalmente a falta de investimento no setor industrial.

Aqueles que faziam parte dos membros do terceiro estado, (muitos deles  estavam sendo influenciados pelo pensamento iluminista e pelos panfletos que propagavam as ideias de liberdade e igualdade, disseminados entre a população), w essa população passaram a ser os mais afetados pela crise. No fim da década de 1780, a burguesia, os trabalhadores urbanos e os camponeses começaram a exigir uma resposta do rei e da Corte à crise que os afetava, bem como passaram a reivindicar direitos mais amplos e maior representação dentro da estrutura política francesa.

Nessa convocação, o conflito entre os interesses do terceiro estado e os da nobreza e do Alto Clero, que apoiavam o rei, se acirraram. O rei então estabeleceu a Assembleia dos Estados Gerais em 5 de maio de 1789.

A Convocação dos Estados Gerais

A partir daí, o clima de tensão e de intranquilidade começou a tomar conta da França, passando a nobreza a se opor sistematicamente ao rei. Incapaz de pacificar o país, o governo convoca  a reunião dos Estados Gerais para maio de 1789, sem especificar critérios eleitorais e número de representantes.

Ao mesmo tempo, passou a permitir a liberdade de imprensa e abriu à população o direito de expressar-se sobre  a reforma do estado. Em cada região da França, foram abertos cadernos nos quais a população podia registrar as suas demandas e as suas necessidades, revelando as condições insustentáveis sob as quais viviam. Em muitos aspectos, uma verdadeira revolução havia começado desde 1787, com a reação da nobreza ao rei.  Essa pré-revolução é conhecida como “ revolução aristocrática ” ou ” revolução nobiliária”.

 

As Fases da Revolução

Primeira fase: 1789 a 1791

A eleição para os estados Gerais levou à indicação de quase mil e duzentos deputados. A mobilização política da burguesia se faz sob o lema ” Liberdade, Igualdade e Fraternidade”, ou seja, a luta pela liberdade política, pela igualdade  de direitos e pela fraternidade entre as classes, em nítida solicitação de apoio às camadas populares, que pretendia representar nas eleições.

O clero e a nobreza desejavam que cada estado, independentemente do número de seus representantes, deveriam ter direito a um voto, o terceiro estado, poderiam aliar-se às suas propostas, propôs uma inovação: a votação deveria ser por cabeça, devendo cada deputado ter direito a um voto. O impasse levou à reação do terceiro estado e à adesão de quase 150 clérigos e mais de 50 nobres à causa burguesa.

 

A Formação da  Assembleia Nacional

Fortalecidos, esses quase 800 deputados declararam-se em Assembleia Nacional a juraram solenemente não permitir a dissolução da Assembleia até que os trabalhos de reforma administrativa e fiscal do país estivessem concluídos e consolidados em uma Constituição política. O rei, possibilitado de reagir, aceitou a situação e transferiu à Assembleia Nacional, em finsl de junho, os poderes anteriormente dados aos Estados Gerais.

Em junho e agosto de 1789, Paris foi sacudida por uma onda de manifestações populares que ficaram conhecidas como La Grande Peur ou O Grande Medo.

 

Segunda fase: 1792 – 1794  e A época do “Terror”

O período da convenção se caracterizou pela forte presença do radicalismo jacobino comandando a Revolução, momento que se tornou conhecido como a fase do Terror (sobretudo por conta do uso indiscriminado da guilhotina como máquina da morte). Nomes como Robespierre, Saint-Just e Danton figuram entre os principais líderes jacobinos. Foi neste período também que a Áustria e Prússia prosseguiram sua guerra contra a França, temendo que a Revolução se espalhasse por seus territórios. No processo de confronto contra essas duas monarquias, nasceu o exército nacional francês, isto é: um exército que, pela primeira vez, não era composto de mercenários e aristocratas, mas do povo de uma nação que se via como nação.

 

Terceira Fase: 1794 – 1799

O Diretório e a Reação Burguesa

Em 1795, a burguesia conseguiu retomar o poder e, através de uma nova constituição, instituir uma nova fase à Revolução, chamada o Diretório, órgão composto por cinco membros indicados pelos deputados. Mas a partir deste mesmo ano a crise social se tornou muito ampla na França, o que exigiu um contorno político mais eficaz, sob pena da volta da radicalização jacobina.

 

 

 

Um dos mais jovens e destacados generais da Revolução, Napoleão Bonaparte, era o nome esperado pela burguesia para dar ordem à situação política francesa. Em 1799, ao regressar do Egito à França, Napoleão encontrou um cenário conspiratório contra o governo do Diretório. Foi neste cenário que ele passou a figurar como ditador, inicialmente, dando o golpe de 18 de Brumário (segundo o calendário revolucionário), e depois como imperador da França. O Período Napoleônico durou de 1800 a 1815 e mudou o cenário político do continente europeu, ao passo que expandiu o ideal nacionalista para várias regiões do mundo.

 

 

Fonte: Apostila Soma; historia do mundo; Info Escola; suapesquisa.com

 

Revolução Industrial

 Século 18 e 19 

 

As máquinas foram inventadas, com o propósito de poupar o tempo do trabalho humano. Uma delas era a máquina a vapor que foi construída na Inglaterra durante o século XVIII.

Máquina a vapor

Máquina a vapor

 

 

Graças a essas máquinas, a produção de mercadorias ficou maior e os lucros também cresceram. Vários empresários; então, começaram a investir nas indústrias.

Com tanto avanço, as fábricas começaram a se espalhar pela Inglaterra trazendo várias mudanças. Esse período é chamado pelos historiadores de Revolução Industrial e ela começou na Inglaterra.

burguesia inglesa era muito rica e durante muitos anos continuou ampliando seus negócios de várias maneiras:

  • financiando ataques piratas (corsários)
  • traficando escravos
  • emprestando dinheiro a juros
  • pagando baixos salários aos artesãos que trabalhavam nas manufaturas
  • vencendo guerras
  • comerciando
  • impondo tratados a países mais fracos

Os ingleses davam muita importância ao comércio (quanto mais comércio havia, maior era a concorrência).

Quando se existe comércio, existe concorrência e para acabar com ela, era preciso baixar os preços. Logo, a burguesia inglesa começou a aperfeiçoar suas máquinas e a investir nas indústrias.

Vários camponeses foram trabalhar nas fábricas e formaram uma nova classe social: o proletariado.

O desenvolvimento industrial arruinou os artesãos, pois os produtos eram confeccionados com mais rapidez nas fábricas. A valorização da ciência, a liberdade individual e a crença no progresso incentivaram o homem a inventar máquinas.

No século XIX a Revolução Industrial chegou até a França e com o desenvolvimento das ferrovias cresceu ainda mais.

Em 1850, chegou até a Alemanha e só no final do século XIX; na Itália e na Rússia, já nos EUA, o desenvolvimento industrial só se deu na segunda metade do século XIX.

No Japão, só nas últimas décadas do século XIX, quando o Estado se ligou à burguesia (o governo emprestava dinheiro para os empresários que quisessem ampliar seus negócios, além de montar e vender indústrias para as famílias ricas), é que a industrialização começou a crescer. O Estado japonês esforçava-se ao máximo para incentivar o desenvolvimento capitalista e industrial.

A Revolução Industrial trouxe riqueza para os burgueses; porém, os trabalhadores viviam na miséria.

Muitas mulheres e crianças faziam o trabalho pesado e ganhavam muito pouco, a jornada de trabalho variava de 14 a 16 horas diárias para as mulheres, e de 10 a 12 horas por dia para as crianças.

 

As fábricas do início da Revolução Industrial não apresentavam o melhor dos ambientes de trabalho. As condições das fábricas eram precárias. Eram ambientes com péssima iluminação, abafados e sujos. Os salários recebidos pelos trabalhadores eram muito baixos e chegava-se a empregar o trabalho infantil e feminino. Os empregados chegavam a trabalhar até 18 horas por dia e estavam sujeitos a castigos físicos dos patrões. Não havia direitos trabalhistas como, por exemplo, férias, décimo terceiro salário, auxílio doença, descanso semanal remunerado ou qualquer outro benefício. Quando desempregados, ficavam sem nenhum tipo de auxílio e passavam por situações de precariedade.

Enquanto os burgueses se reuniam em grandes festas para comemorar os lucros, os trabalhadores chegavam à conclusão que teriam que começar a lutar pelos seus direitos.

O chamado Ludismo foi uma das primeiras formas de luta dos trabalhadores. O movimento ludita era formado por grupos de trabalhadores que invadiam as fábricas e quebravam as máquinas.

Os ludistas conseguiram algumas vitórias, por exemplo, alguns patrões não reduziram os salários com medo de uma rebelião.

Além do ludismo , surgiram outras organizações operárias, além dos sindicatos e das greves.

Manifesto contra a demissão de 264 trabalhadores e corte de 31% nos salário dos mesmos.

 

Em 1830, formou-se na Inglaterra o movimento cartista. Os cartistas redigiram um documento chamado “Carta do Povo” e o enviaram ao parlamento inglês. A principal reivindicação era o direito do voto para todos os homens (sufrágio universal masculino), mas somente em 1867 esse direito foi conquistado.

A revolução Industrial mudou a vida da humanidade.

A vida nas cidades se tornou mais importante que a vida no campo e isso trouxe muitas consequências: nas cidades os habitantes e trabalhadores moravam em condições precárias e conviviam diariamente com a falta de higiene, isso sem contar com o constante medo do desemprego e da miséria.

Por um outro lado, a Revolução Industrial estimulou os pesquisadores, engenheiros e inventores a aperfeiçoar a indústria. Isso fez com que surgisse novas tecnologias: locomotivas a vapor, barcos a vapor, telégrafo e a fotografia.

 

 

Fonte:Infoescola/ todamateria/suapesquisa